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Mínimo Do Máximo.



Namoradeiras de nossa querida Quase Pasargada e do nosso Brasil de meu Deus.

   Caros amigos, a minha história com as namoradeiras de Quase Pasargada (Viçosa) começou justamente na rua em que morei por quase dois anos. Resumidamente, sempre me senti observada e julgada pelos meus vizinhos, pois residi em um bairro habitado, em maioria, por famílias, e um lugar habito por muitas famílias em Minas Gerais, meus caros, vocês sabem como é. Meu curso na UFV é noturno, mas raramente, durante as manhãs ou as tardes eu era vista perambulando pelo bairro, o que sempre despertou à curiosidade dos meus vizinhos e à sua constante observação e algumas perguntas veladas sobre o que eu fazia durante o aparecimento do Sol, ou o que eu tanto fazia que ninguém me via voltar para casa. Eu, que nunca gostei de um alvoroço, quando saía para os pubs, shows e casas de amigos, toda produzida, fazia aquela pose de quem está aprontando, mas não deve nada à ninguém. Realmente, nunca devi, e por essa razão uma vizinha em especial me deixava indignava. Todas as noites que eu saia, regularmente eu via à sua sombra da janela, sempre na mesma posição, me observando caminhar, descaradamente. Até o dia que me enchi o saco, resolvi dar uma bela encarada na tal desocupada. Aí então, aí sim, meus amigos, é que fui surpreendida novamente, a vizinha folgada era, na verdade, uma boneca, uma boneca que enfeita aos muros de algumas casas em Minas e são chamadas de namoradeiras. Vocês já viram uma por aí? Há outra casa, em outra rua, mas no mesmo bairro em que uma namoradeira enfeita ao muro de uma varanda, eu já tinha visto e ficado curiosa, mas só depois de ser injusta com uma pobre senhora cujo rosto até hoje não conheço, decidi pesquisar. Com os moradores locais, pouca informação consegui, a impressão que tive ao indagá-los é que as tais namoradeiras são tão normais, quanto o próprio muro, um costume cuja explicação cultural foi absorvida pelo tempo. Outra vez indignada, mas dessa vez por ser eu uma estudante ignorante, fui ao nosso Doutor Google me consultar e vejam só o que descobri: namoradeira é uma boneca. Hahaha

   Na verdade, a informação mais aprofundada que consegui foi com meus pais, ambos com os dois pés no sul mineiro, contaram-me que, antigamente, a namoradeira servira para avisar aos homens sobre a existência de mulheres solteiras na casa em que estivesse posicionada. Se a informação procede, não sei, mas que acredito, acredito. Primeiro, pois foram meus pais que me informaram e em pai e mãe a gente sempre deve acreditar. Segundo, o desespero feminino por falta de um relacionamento sério já posicionou bonecas em muitos lugares que não o muro.

 

Quem quiser contar outra versão sobre as namoradeiras, por favor, não se faça de rogado.

                                                                                      

 

Abraço, Mari.

 



Escrito por M.Flower às 22h50
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Olá, amigos, como vão? Espero que bem.

De acordo com a falta de comentários de ultimamente,  imagino que não sou a única com pouco tempo para navegar na internet no momento. 

Na verdade, tenho tão boas justificativas, quanto vocês devem ter.  Além de uma falta de criatividade aguda, motivada não sei por qual razão, sofro de burocracia, mas não falarei disso agora.

 

Recentemente, li um livro da Maria Adelaide Amaral, chamado “Aos meus amigos“, gostei do livro por tê-lo considerado interessante (personagens) e instigante(enredo), mas confesso que esperava mais do desfecho. A descoberta mais interessante que o livro me proporcionou é que a autora dele é portuguesa, de Porto.  Outro livro que eu li, destinado, na verdade, aos pequeninos de idade, pois se a designação fosse de altura, me incluiria, chama-se Cavalgando o Arco- íris, do Pedro Bandeira. Sou suspeitíssima para comentar qualquer coisa que o Bandeira escreva, pois, como diria minha amiga Vânia, “ Sou fã do cara”.  Sendo assim, só posso elogiá-lo e recomendá-lo.

Mas, enquanto estamos sem tempo, deixarei uma prévia da sensação  de um dos poemas do livro, encontrada em muitos mais,

 

Super abraço, Mari.

AZUL E VERMELHO

Nessa rosa que eu pisei
Tinha uma borboleta azul
Eu não vi o que fazia,
mas as duas eu matei.

Vou enterrar as duas.
A rosa
e a borboleta azul.
E elas vão me perdoar.

Qualquer dia,
quando eu passar por aqui,
haverá uma rosa
com pétalas azuis
e uma borboleta
vermelha e perfumada
São Paulo, Moderna, 1986.
Pedro Bandeira. Cavalgando o Arco-íris.


Escrito por M.Flower às 02h00
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Boa madrugada aos terráqueos acordados, como vão?  Em Quase Pasárgada há muito frio.

            Acabei de fazer um trabalho de francês há pouco tempo e resolvi aproveitar a madrugada para colocar o Meu mundo físico particular (diga-se quarto) em ordem, após três dias praticamente completos fora dele a zona que o caracteriza momentaneamente é das piores.

            Além disso, resolvi fazer algumas reflexões sobre atitudes minhas em relação às pessoas, ao meu mundo abstrato, preciso colocá-lo em ordem também, aliás, urgentemente!

            Recentemente, vivenciei uma situação inusitada, mas que eu há séculos desejei, mas de acordo com as circunstancias do momento, e de acordo com as minhas circunstancias pessoais eu decidi não agir impulsivamente, e não me arrependo, apesar de saber que perdi uma oportunidade única.

            Mas, nem quando a gente acredita que acertou sossega os pensamentos.  Tentarei, portanto,organizar as minhas zonas particulares ao som de Thiago Phetit e do meu próprio tom de vós.

Até logo,

Abraços, Mari.

Poesia da vida e da Música:

Duas coisas que me fizeram choram durante o final de semana:

Primeira: uma notícia sobre a morte de dois irmãos gêmeos de 92 anos, freis da ordem franciscana, que passaram apenas cinco anos da vida longe um do outro. No dia quatro de junho de 2011 os dois sofreram ataques cardíacos sendo que a ocorrência dos desses teve apenas doze horas de diferença. Um conhecido dos dois comentou que poderia ser poético, mas que não era surpreendente, posto que os dois faziam tudo juntos.

Segunda: Vou deixá-la falar por si mesma:

Mapa-Múndi - Thiago Phetit

Me escreva uma carta sem remetente
Só o necessário e se está contente
Tente lembrar quais eram os planos
Se nada mudou com o passar dos anos
E me pergunte o que será do nosso amor?
Descreva pra mim sua latitude
Que eu tento te achar no mapa-múndi
Ponha um pouco de delicadeza
No que escrever e onde quer que me esqueças
E eu te pergunto o que será do nosso amor?
Ah! Se eu pudesse voltar atrás
Ah! Se eu pudesse voltar



Escrito por M.Flower às 02h30
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Para que, por qual razão, por consentimento ou pedido de quem, eu deveria aceitar permanecer no êxtase que, constantemente, é incompleto por culpa sua? Se nem em sua imaginação o meu desejo se realiza, eu sei que é tarde, que a flor da idade já passou. Tardiamente, procurei-o, mas o meu ID não compreende nada, quanto mais o tempo.

                Sabe, você reclama do fato de nos vermos pouco, de nos falarmos menos ainda, de você já ter feito tudo aquilo que podia para eu ficar mais perto e curtir com você, você me toma como desinteressada, diz que eu deveria o procurar, e vai me acusando de várias culpas que giram em torno da distancia que eu,propositalmente, procuro manter.

Meu bem, perdoe, mas você já sabe do meu sentimento por você. Há tempos, planejo missões para assassiná-lo. Todos os dias eu me vestia de assassina: engatilhava várias espécies de armas por dentro, dizia que dispararia,dizia que teria coragem, mas, de fato, nunca tive. Depois, quando o encontrava, me vestia de atriz: interpretava que estava tudo perfeito, falava do meu francês, da vida... Tão incompetente era a minha atuação que logo perdia a conjugação dos verbos, a noção de tempo e espaço, a noção de s

                Sertão em mim

                Decidi ser tão em mim para evitar o ser tão em você

                Decidi ser tão em mim para evitar o sertão entre nós

                Desejo um sertão onde a saliva deslize nos corpos e o calor seja atributo

                Quero o sertão utópico, que por incompatibilidade, o tu e o eu não podem oferecer

                Mas, já que é assim:

                - Prefiro sertão em mim, que ser tão em você.

 

 

 



Escrito por M.Flower às 01h08
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Masoquismo sentimental

                Há muitos anos, no mínimo quatro (por que será), eu não sofria tanto sentimentalmente. Aliás, que meu ex namorado me desculpe, e, a propósito, que nosso relacionamento descanse em plena paz lá no cemitério dos relacionamentos absurdos e risíveis, mas nem mesmo o primeiro término do nosso namoro (quando ele terminou comigo), me fez sofrer tanto assim.

                O mais “engraçado” é que esse relacionamento nunca foi, nem nunca será, nada a  mais que uma bela amizade, se é que continuará a ser uma amizade. Particularmente, sempre julguei que o amor é mais razoável de se viver sem, ao menos esse carnal entre homem e mulher ou outros jeitos vinte unianos, amores lindos, por sinal... Mas, comprovei a minha hipótese que dava mais valor aos meus amigos que aos meus amores AGORA!!!

Caralho, velho, está doendo de mais....

Encontro-me a ouvir Arlindo Cruz perguntando “O que é o amor?”, poha, Arlindo, não faz pergunta difícil! Se perder um amigo dói assim, agora quero amar menos ainda.

Estou puta, magoada, magoada e puta, não necessariamente nessa ordem ou equivalência, nem em condições de decidir sobre isso, mas não foi hoje que eu aprendi a recomeçar a vida (na vida), sempre passei por cima das areias que ela  me jogou, SEMPRE ODIEI AREIA, ainda mais se for de praia...

Não me estenderei, abro espaço para uma lista de músicas torturadoras de Marina do momento, o negócio é ouvir muito, chorar mais ainda, e ao acordar, colocar primeiro o pé direito no chão, depois, a decisão, eu preciso ser maior que qualquer fase triste: Qualquer uma! Trajetória da Maria Rita não é nova por aqui, mas me torna uma criança chorando e é bem eficiente ao Mari(soquismo) sentimental, dá para encaixar no tema, bem como as outras, um verso daqui, uma lágrima de lá e uma menina que se achava adulta querendo escrever sentimentos que, definitivamente não se traduzem com palavras, aliás, nada se traduz, só se aproxima.

Listinha Básica para Marisoquismo:

Dois bicudos – Ana Carolina

Desafinado – João Gilberto

Trajetória – Maria Rita

O que é o Amor – Arlindo Cruz

As rosas não falam – Diego Morais

Chegamos ao fim – Arlindo Cruz

Obs:Músicas seguidas por intérprete e não compositor original



Escrito por M.Flower às 01h58
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  Há seis dias, um calouro meu de dezessete anos, muito especial, deixou o mundo real para habitar ao das idéias.  Seu nome é Ronaldo, escrevo no presente, por acreditar que lá onde ele está,  mantêm sua identidade e consciência, além disso, aqui do lado material da vida a lembrança dele será preservada.

                Nós nos conhecemos em uma cena sutil a graduandos em Letras, eu e uma amiga procurávamos a um livro , enquanto conversávamos na biblioteca geral, estávamos próximas a algumas mesas de estudo, ele estava nessas mesas, levantou-se e nos abordou perguntando se fazíamos Letras e se poderíamos ajudá-lo com algumas questões, nos apresentamos super empolgadas como suas veteranas diretas e explicamos tudo o que pudemos.

Tempos depois, algumas veteranas, como eu, organizaram a um recital de integração entre os veteranos de 2010 e seus calouros, de 2011, ele compareceu, recitou brilhantemente.

Na última quinta-feira, nos encontramos no departamento do curso e conversamos sobre francês, ele estudou com o mesmo professor que estudei, e estava adorando, iria fazer prova nos próximos dias, estava lá a esperava do horário da monitoria. Contou-me sobre ter feito com habilidade a prova de Teoria Literária.

Na sexta-feira, ele apresentou a um seminário de Estudos Clássicos, matéria para qual, assim como outras,pelo que sei, se dedicava ao extremo.  Voltando para casa, infelizmente, ao descer do ônibus ele sofreu um infarto. Soubemos depois, que ele já fazia tratamento na divisão de saúde da universidade.

E se descrevo aos fatos dessa maneira, é porque assim que eles ficam girando em minha mente e nada me faz compreender. Eu não era sua mãe, não era sua irmã ou amiga, tampouco era ele, mas é tão próximo, tão comigo, tão em mim.

Ronaldo, essa prosa é para você.

Não se lamente, Ronaldo, a gente morre todos os dias

                Caro Ronaldo, só agora compreendemos muito bem a sua excelência ao fazer as coisas que fazia, ao fazer as coisas que você escolheu fazer: vontade de viver, valor dado a uma única vida que você deveria saber ser frágil.

                Não fique bravo com Deus, ele precisava de alguém dedicado como você ao lado dele, não se zangue no Mundo das idéias, porque queria ficar por aqui conosco, a gente, Ronaldo, se vai bem mais do que você.

                A gente morre todos os dias por aqui. Morre ao perder tempo falando mal dos outros, ao ser ríspido, ao não dizer o Eu te amo, tanto quanto ao Pão de cada dia, a gente, meu calourinho, morre todo dia ao ver: violência, injustiça, crueldade, maldade, indiferença e permanecer calado, sofrer calado.  A gente morre por osmose, só por se deixar levar.  A gente morre para a bondade, para o amor e o pior de tudo: morre para a seriedade que existe nas palavras "ser humano".

A gente não era páriu para você, mas desde o dia que você se foi, nós emergimos um tanto desse poço sem fim. Muito obrigada, pequeno, você plantou uma flor dentro do nosso jardim que é o coração. A vida não é uma bobagem, como a maneira que com que vivemos,normalmente, pode fazê-la parecer, entretanto, ela é tão frágil que é um milagre acordar todos os dias, é um milagre o fato de simplesmente não se estar doente, e ainda que eu não aceite e talvez nem acredite em sua ida, me sinto mais grata pela vida, mais disposta, mais dedicada a viver, e sinto muito, se tanta gente morre assim, TODOS OS DIAS,bem mais do que você.



Escrito por M.Flower às 23h34
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Ave
(Nelson Angelo e Cacaso)

Sei, muitas vezes ou aéreo
mas levo muito a sério
as razões do coração
sei que é difícil ser sincero
às vezes eu te quero
às vezes não sei não
ando tão pobre de carinho
revendo os caminhos
passando a solidão
passa, nem tudo dá no mesmo
ainda agora mesmo
não sei se pode ser

sei, você é tão suave
é a sombra de uma ave
deslizando pelo chão
sei, não sei se já é tarde
a flor da sua idade
é tanta sedução
sabe, até andei pensando
quem sabe até quando
quem sabe até por que
olha, não deixa eu ser covarde
eu dei dessa verdade
eu gosto de você
eu sei



Escrito por M.Flower às 23h33
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            Fase: saco cheio interno.

            Talvez, só talvez, através de uma conversa simples e “revelomotivadora”, algumas coisas internas podem ter mudado em mim, mas, na verdade, não quero pensar nisso.

            Após, férias intensas e tensas, cansei de mim, tive tempo demasiado para refletir, comecei a ficar neurótica, pensar em excesso é coisa que pode fazer mal, ao menos, no meu caso,pois quando adentro um caminho de pensamento, percorro ao mundo antes de voltar dele, e lá se vai tempo estendido sem nenhum retorno saudável.

            Ao som de Maysa, Marina e sua insônia conversam:

- Como vai, Mari?

- Cansada e você?

-Em plena forma.

-Só dessa vez, tenho tido, e continuarei a ter excelentes dias.

-É, mas, por enquanto, quem manda nessa poha sou eu.

-Enquanto, você manda, eu escrevo!

 

FICA A DICA: Ne Me Quitte Pas - Maysa



Escrito por M.Flower às 00h33
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Uma vez, ouvi em um filme a seguinte frase:

- O essencial a gente não diz.

                Agora, relendo alguns e-mails que enviei, posso perceber isso em mim com nitidez, infelizmente perdi as melhores oportunidades de dizer o imprescindível, e o tempo não espera ninguém se tocar.

                 Com mais calma, chegando aos vinte, algumas fixas caíram, outras parecem estar a caminho, mas o fato é que deixei muita coisa essencial passar.

                Oras, quando tive uma oportunidade única de dizer com sinceridade o quanto eu “amava” alguém, o máximo que consegui escrever foi perdoe-me, por ter absoluta certeza que todos os planos que fiz, em breve, fariam que esse sentimento mudasse. que a minha vida financeira era absolutamente mais importante que a pessoal.  Por pensar assim, justamente, é que não seria eu a merecedora de excelente partido, o que ainda penso, por sinal.

                Depois de passar uma tarde com uma prima que além de familiar é uma grande amiga, uma grande irmã, vi quantas coisas queria dizer-lhe e não disse, como a respeito como pessoa, profissional,  que sinto dentro de mim, quando os planos dela não dão certo, o quanto queria ter escrito as cartas que prometi escrever, o quanto espero que as que comecei a escrever para enviar da cidadita onde habito, possam nos trazer de volta o sentimento de irmandade entre nós que por puro comodismo se perdeu.

                Mas acho que enrolei vinte anos para dizer o essencial da pior maneira para minha madrecita, nossa relação sempre foi razoável, mas só porque nunca foi excelente. Talvez, duas semanas entre mãe e filha possam ajudar-me a recuperar o tempo perdido, a tentar para a pessoa que me gerou da maneira mais calma, mais tranquila e sincera do mundo, o que ela nem deve imaginar que penso sobre ela, sobre a vida. Ficar só dizendo eu te amo, a cada vez que desligarmos o telefone, dizer que sinto saudades, me parece muito pouco, essencialmente pouco.

                O essencial na vida é o amor, minha profissão atual, a meu ver, tem tudo haver com ele, foi uma escolha totalmente minha, pensando nisso. Ao menos, quando falamos em condições da educação brasileira.

Agora, abismada, penso por quanto tempo passei cega para o obvio, o essencial, que é ter amor na vida, quer ter amor, ainda mais a pessoa dependente de amor que assumo ser, de amigos e pais e animal de estimação, sem os quais eu não teria razão para viver.

                Mas, encaro meus fracassos como cursos preparatórios, o teste drive para o pra valer, aprendizado para aquilo que realmente tinha que dar certo. Na próxima vez, quando alguma coisa muito bonita for acontecer, deixarei a água rolar, porque os meus planos não são registrados em cartórios e não podem, nem poderão nunca mais mandar em mim.

Mudando, um pouquinho só de assunto....

Ontem, sábado do bem, passei a tesoura no cabelo, cortei a metade, deixando-o na altura dos ombros, ando repensando sobre fazer algumas mechas roxas, ou pintar todas as pontas e essa parece ser a oportunidade perfeita. Ando considerando outras idéias também, coisas que tenho a vida inteira para decidir, como, não beber mais bebida alcoólica, refrigerantes e outras coisas dotadas de muita química, fazer um pircing transversal na orelha e uma tatuagem com as iniciais dos meus pais e uma coruja, porque eles são os grandes amores da minha vida e sempre me apoiaram em relação à busca do conhecimento, mas há de ser bem pensado.

Comecei a ler Recordações da casa dos mortos – Dostoiévski, gostei muito até agora, acredito que por, ao menos até onde li, tratarem-se de relatos, recordou-me a sensação de quando tive meu contato com Robinson Crusoé, pelo qual sou perdidamente apaixonada, apesar de serem histórias diferentes eu faço lá algumas ligações.

 



Escrito por M.Flower às 02h15
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O verso: Amazing like a Sunday morning, sempre me lembrará a certo domingo.

                Tudo começou com a insana de chamar o Reberson e o Mazaia para almoçarem, repito: AL-MO-ÇA-REM, aqui em casa comigo em um domingo. O único problema é que eu mal cozinho para mim, quem dirá para outras pessoas. Reconheço que eu até estou manjando algumas coisas, e faço doces que agradam e muito, modéstia parte, mas um almoço dominical completo é outro patamar.

                Bom, se precisava testar nossa amizade era esse o momento certo, além disso, até o dia do almoço estava tudo sobre controle.  rs

Tudo sobre controle significa: frango encomendado, feijão congelado, batata congelada, pêssego em calda. Artesanalmente: salada de repolho, cenoura, cebola e azeitona bem cortadinha, chegou a doer os braços!Arroz e bifes.

                Acordei cedo para dar uma ajeitada na zona que estava a casa, em especial a cozinha, estávamos combinados para 13:30. Busquei o frango por volta das 11:00, coloquei no forno, coloquei música e fiz a salada, descongelei o feijão, coloquei na panela e fui fazer o arroz. Enquanto, o arroz cozinhava, o Mazaia me ligou dizendo que não iria mais poder ir, depois, explicou que estava brincando, já estava na casa do Reberson, mas quando ele chegou lá o dito cujo, ainda estava dormindo e ele ainda iria tomar banho, portanto iriam demorar. Ainda bem, porque enquanto estávamos conversando o arroz queimou!  Quando percebi que o arroz havia queimado perdi o falso orgulho em relação, a “cozinhar”, caí em mim e vi que foi a pior idéia possível rs, frustrei. Fiz outro, que por sorte ficou muito bom.

Comecei pelas batatas, fritei aos poucos, deixando bem secas e crocantes, batata congelada sempre fica uma delícia, fritei os bifes, temperados no dia anterior, depois, mais próximo a chegada dos convidados, temperei a salada.

Quando eles chegaram, estava quase tudo no esquema: mesa posta, alimentos prontos com as conchas, exceto pelo frango que coloquei para esquentar no microondas. Eles fizeram o prato deles e na hora de colocar a salada me deixaram revoltada rs: Mari, não como cebola! Ouvi isso dos dois, dois marmanjos de 1,80 e pouco de altura, me disseram que não comem cebola, depois, do meu esforço com os braços, depois do choro compulsivo! Os dois riram horrores, quando eu disse isso, depois eu disse que não gostava de beterraba e eles me crucificaram também.

Enquanto isso, montei meu prato e comecei a comer tranquilamente, depois de estar comendo a certo tempo, o Reberson me perguntou: - Mari, cadê o frango? A Srta que vos fala estava comendo sem acompanhamento, simplesmente esqueci, eles não perceberam logo, por causa do bife que os distraia, fiquei, claro, morrendo de vergonha, mas eles foram uns lordes me dizendo que eu ia guardar para comer mais tarde hahahaha... Peguei o frango e fiz o Reberson cortar, meu pai sempre fazia isso pra mim, sou mimada nesse ponto, ele cortou direitinho e apesar de toda a confusão fomos para a sobremesa  com elogios ao meu almoço que eles fizeram questão de salientar que era quase totalmente industrializado hahaha, mas que estava excelente! Ganhei pontinho!

Fazia um tempo muito bonito e eles  decidiram ir ao cinema e reclamaram de eu não ter ido da outra vez, me convenceram a ir e aproveitar para conhecer um shopping novo da região, fui tomar banho, enquanto para meu espanto quando saí descobri que os dois lavavam a louça, deixaram a pia brilhando, foram uns fofos. Quando saí do banho o Mazaia perguntou sobre algumas músicas do Skank que tocavam, bem antiguinhas, se eu sabia o nome, mas era o meu primeiro mp3 datado de 2004, não fazia idéia, emprestei o cd para ele, salientando que ele dava umas engasgadas, as vezes, acabei ganhando uma limpeza no cd, na máquina da loja de games onde o meu amigo trabalha.

Saímos conversando até o ponto, o bus demorou e fomos para outro mais distante onde havia mais opções, chegamos rápido, o shopping é lindo. Na hora de comprar o ingresso o Mazaia que é locutor em uma rádio de animes fez uma voz estilo (há controvérsias, minha opinião é que era o Silvio Santos, minha mãe disse uma vez que era o Elí Correia, ele mesmo diz que não é ninguém específico e o Reberson só da risada) para pedir os ingressos para a garota do caixa que só conseguia rir, a minha era meia, ela olhou a carteirinha da UFV como quem pensa:         - Esse lugar existe???  Fomos dar umas voltas até o horário da cessão, eles queriam olhar uns games.  

Assistimos Caça às bruxas, com o Nicolas Cage.  Comentávamos alguma coisa baixinho em inglês,  nas partes violentas eu sempre virava o rosto e eles riam de mim, eu sou muito bobona com essas coisas, preferia assistir outra coisa, mas amigo é amigo. O filme até foi muito bom, saí falando que iria resenhá-lo, mas fui desencorajada, eles disseram que eu ia escrever que fechei os olhos na melhor parte, mas para não ser injusta eu super indico, dois de nós tomamos sorvete, o Mazaia contou uma história de matar uma bactéria de fome para sumir umas manchas da pele, através de dieta de um monte de coisas e açúcar, tanto que como sobremesa ele só comeu uma manga, porque o pêssego era em calda hehehe.

Depois fui para a casa do Reberson para ele gravar o meu cd com as fotos do zôo, ganhei bichinhos fofos e lindos de pelúcia da mãe dele. Voltei para casa e fiquei com medinho, por causa do filme, mas acordei tão cedo que logo desmaiei de sono.

Desde então, quando escuto: - Amazing like a Sunday morning,lembro-me desse domingo, porque começou “cedo” e por ter sido um dos melhores que já vivi.



Escrito por M.Flower às 19h59
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Dia duplo de futebol

                Há pouco assistia ao jogo de futebol entre Brasil e França, acabei me recordando que nas férias de julho estava com alguns amigos assistindo ao jogo da final entre Espanha e quem? Estávamos torcendo pela Espanha, quando o pai de uma amiga minha entrou na sala, perguntando se era o Brasil que estava jogando. Na verdade, sem perceber, começamos a torcer de verdade, com direito a gritaria e insultos ao juiz.  

Falando por mim, sou loucamente apaixonada pelo Corinthians, e gosto muito de futebol, quando dá assisto aos jogos de outros times,  só que nunca fui ao estádio, por causa de proibição materna total, além disso, onde vivo são exibidos jogos do RJ e não tenho mais TV, e sempre me viro com a internet para manter-me próxima ao meu time amado. Adoro discutir sobre os campeonatos com o pessoal da universidade.

                Hoje é um dia especial, amistoso entre Brasil e França, já no segundo tempo, com uma infeliz expulsão, mas com ritmo muito bom de jogo por parte do penta do mundo. Depois, mais tarde jogo do Timão.

Pipoca e refrigerante em mãos! O intervalo acabou.

Au Revoir!



Escrito por M.Flower às 19h09
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                Às vezes quando entregue aos meus pensamentos, pesadelos e culpas, olho através do vidro da janela, enquanto chove, implorando que a chuva lave e leve todo o esgoto de mentiras que contei para te magoar, todos os gestos podres, que ela me afogue se preciso, mas que me liberte.

Outras, positivamente, penso que tudo foi como deveria ter sido. Devaneio um pouco pensando que não estamos juntos, porque somos dois arianos orgulhosos, penso que não vi felicidade em seus olhos, mas que no meu mais profundo eu gostaria de ter visto.  Sinto-me menos culpada assim, mas forte para seguir não só em frente. Mas, atrás, mais atrás, podendo vencer a sombra do passado que não deveria mais ser vivido, só que ele aparece e preciso detê-lo.

                Outra noite, outra madrugada, acordada pensando em você, em seus olhos e gestos sinceros, fico pesquisando você, fico pensando em onde você está, quando no raso já sei.

Algumas dedicações, indicações:

Último Romance – Los Hermanos

Legião Urbana - Eu era um lobisomem juvenil

Do you – Ne Yo

Blame it on me - Akon

Apologize – Timbaland

When you’re you gone  - Avril Lavigne

Sensível de mais, culpa da TPM. Agora preciso beber uma água e nanar.



Escrito por M.Flower às 13h34
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                Um dia especial, um dia extremamente agradável e especial, é a maneira como definiria o passeio ao Zoológico SP e ao Zôo Safári, com dois enormes amigos.

                O passeio mais completo que já fiz, porque quando ele terminou, minha sensação era de que fiz tudo que havia para ser feito por lá. Além disso, uma surpresa tornou-o mais especial ainda: fomos ao Zôo Safári, aconteceu sem esperar, pois nenhum de nós sabia que o Safári era dentro do Parque Zôo SP, e por ser um preço notável, imaginei que nós entraríamos em acordo, e deixaríamos para a próxima vez, mesmo eu ainda querendo ir naquele exato momento, mas o acordo foi o contrário, decidimos por ir, por não saber quando seria a próxima vez.

                Nosso trajeto direto ao Zôo começou comigo acordando atrasada, mas já abençoado, pois acordei pouco atrasada e “naturalmente”, o celular não despertou. Liguei para o Reberson, expliquei,  pedi para que eles fossem sem mim, mas ele nem me deixou terminar de falar, pediu que eu me arrumasse rápido, e por “sorte”, ou por eu ter sido precavida, uma vez na vida, tudo que eu precisava para sair estava separado, me arrumei e saí.

Cheguei ao ponto de encontro (casa de um dos meus melhores amigos), de lá fomos para o ponto, descemos na estação Jabaquara e lá, após pegar informações, fomos ao stand do Parque Zoológico São Paulo, onde já pagamos transporte e entrada e entramos no ônibus até lá.

Como vimos todos os animais que podíamos ver, fica difícil lembrar qual foi o primeiro, mas fico entre cágados e foca, a foca, por sinal, me impressionou bastante: ela é muito grande! Chegamos a ver alguns deles mais de uma vez, como a girafa, o elefante e o leão. Ficamos chateados, por os pingüins não estarem à vista, por causa do calor excessivo.

                Durante o passeio, paramos para comer, comemos muito, aliás, uma das coisas legais de se ter amigos homens, como comentei com eles, é poder comer sem culpa, porque, eles não reparam na quantidade que você come, e provavelmente comem bem mais que você, o que me deixa sempre muito a vontade, ao contrario de quando saio com algumas amigas mulheres, mesmo que elas não façam por mal.

                Depois, fomos ver outros animais e o colega que nos acompanhava abortou na missão, indo embora para casa, relatando sono. Hehehe

Após, a ida do colega fomos para bilheteria do Zôo Safári, enquanto esperávamos na fila o motorista do carro em que fomos, veio procurar um trio, pois era o que faltava para completar os bancos, nós fomos na hora, apesar de um dos lugares ser separado e atrás, pois se optássemos por esperar, ficaríamos cinqüenta minutos na fila, fui no lugar separado, os lugares juntos eram na frente e os meninos estavam bem mais empolgados que eu, aliás essa empolgação foi um que tornou o passeio tão especial.

                Na hora de irmos embora, ficamos vendo os bichinhos dos ingressos, o meu era um sapo e o deles já não me recordo, mas achei que era mais legal, comentei que me deram o sapo, porque eu paguei meia entrada. Rs

                Nós pegamos dois ônibus, sendo que um deles era de quinze a vinte minutos até a chegada, tanto na ida, quanto na volta, depois apenas mais um para estamos em casa. Conheci uma Sra. que precisava pegar, metrô fazer baldeação e, depois, pegar três ônibus até a casa dela, fiquei impressionada. Há pessoas que tem mais facilidade, tanto quanto nós, e deixam de fazer coisas do tipo, apesar de entender sobre o sistema, não vejo justificativa, pois eu, por exemplo, pagando meia gastei R$12,30 de entrada+transporte, R$5,00 de lanche (levado de casa) e R$7,50 para o Safári, e R$2,30, lembrando que em São Paulo, aos domingos a integração vale bem mais de duas horas, acho que seis ou oito.

Acredito que uma economia, em besteiras, que sempre encontramos para gastar, pode gerar dinheiro para um passeio assim, além disso, existem passeios bem mais baratos e tão bacanas quanto, por exemplo, peças nos centros culturais.  Tenho a consciência de que muitas pessoas não têm nem para comer, mas esse número, graças a Deus tem diminuído, de acordo com o que tenho lido, e espero que além de comida, possam ter acesso a cultura, que representa crescimento social também, na minha opinião.

 

 



Escrito por M.Flower às 23h04
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Quando penso que sou anormal, escuto aos meus vizinhos, e me certifico de que realmente sou.

Só um comentário a parte, antes de começar a escrever.

                Passei alguns dias ausente, por causa de uma gripe que veio com o pacote completo: febre, dores no corpo. Mas, aqui estou no fim dela e foi, por isso, nada mais que eu não postei antes, obrigada pelos e-mails, pelas broncas e por me amarem tanto. Eu os amo mais ainda.

Agora, somos eu e o resto da gripe, passei uma sexta-feira e um sábado solitários, pós casa da vovó.

                Hoje, fui ao supermercado, já que amanhã receberei dois grandes amigos para o almoço, fui comprar carne, frango, batata congelada, salada e frutas.  Um dos meus amigos está fazendo tratamento (dieta) e farei pela primeira vez na vida, bifes, completamente sozinha. Modéstia parte, tenho me garantido na cozinha, mesmo que as coisas que faço sejam básicas para uma mulher “padrão”, para mim são avanços.

                Estou devendo um post sobre a visita ao Zôo e ao Safari SP, aliás, passeio que foi feito com esses dois amigos citados acima e mais um colega da época do colegial. Pretendo conquistar um DVD com as fotos desse dia especial com um dos dois amanhã, com as provas do crime em mãos será mais fácil ter inspiração para escrever e escolher algumas para postar e quem sabe abrir um fotoblog, mas essa idéia é aparentemente fogo de palha.

                Não desisti de mudar o Mínimo do Máximo de endereço só resolvi retardar a nossa ida, nunca faço comemorações, mas são mais de cinco anos aqui, não estou em clima de me desapegar ainda, mas até já sei pra onde irei.

Sinto muito, por não estar mais escrevendo textos críticos, ou que falem sobre o respeito ao meio ambiente, realmente tenho sido egoísta, mas pretendo voltar a eles decentemente logo.

No mais muito obrigada por tudo, obrigada Deus, por eu ser uma pessoa tão abençoada.



Escrito por M.Flower às 03h06
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               Não adianta ficar evitando tentar esconder o que sinto de vocês, nem tentando fazer de conta que é apenas uma fase, oras,my friends,estou arrependida.

Precisei de um choque elétrico para entender sobre o meu amor por certo ser Humano, a vontade extraordinária de ir correndo encontrá-lo, saber se ele estava bem. Depois, o alívio que senti ao saber que ele estava bem foi anormal, nunca me senti tão aliviada na vida, posso até tentar prever que nunca mais sentirei.

                Já chorei bastante, escrevi coisas muito tristes, me dôo o direito a pagar pelos meus erros, só não me dou o direito de passar disso quebrando um juramento, nem mesmo por saúde.

                Compreendi que nada do que conquistei valeu à pena, por eu nunca ter aceitado ninguém para compartilhá-las comigo.

                Apego-me aos novos hábitos e a religião para tentar me livrar de uma companheira chamada depressão, nunca vi uma depressiva tão para cima, quanto a que vos escreve, só recaio e choro todas as noites, desde um dia trágico.

                Há alguns dias comecei a me sentir capaz de amar, de cozinhar, limpar e até de ser mãe, o que me espanta muito, sempre fiz questão de nunca querer isso.

                Escrevi uma frase que deveria ter vivido há anos atrás: A paixão não enxerga, já o amor enxerga e aceita.

O meu amor foi ralo, egoísta, não via nada, provavelmente era, apenas, uma forte paixão que culminou com o tempo e com fatos tristes, em um grande amor do qual a maior prova que eu posso entregar a mim mesma é manter-me afastada. Deixarei meu ídolo viver em paz, não o incomodarei com atitudes tardias, tentarei viver em paz também. Tentarei descobrir se realmente existe a possibilidade de se deixar de amar alguém. O tempo muda tudo. Não quero desejar uma chance, porque isso seria perverso, seria desejar o mal à outra mulher, uma mulher de verdade com coragem, e não quero nem de longe a tristeza de outro ser humano, ainda mais, daquela que fez o bem que eu não consegui fazer.

                Na verdade, sinto que Deus vê tudo e me compreende, se de hoje aos meus setenta anos e aos mais alguns dele rs, for da vontade do papai do céu que, finalmente, nos encontremos para viver esse grande amor que eu não deixei acontecer ,será assim. Se não, Deus sabe o que é e foi melhor, deveria ter sido assim, o que significa a felicidade de ambos, seja em qual for o momento, só desejo o bem a nós dois.

                Preciso de tempo para aceitar ter errado tão feio, tentar encontrar bons argumentos para minha cegueira racional, me convencer de que não pode ser tão ruim, preciso seguir em frente, respeitar o meu amado como jurei que faria, esperarei pela cura em conjunto com o tempo,fé e a amizade de vocês.

                Quanto ao pedido dos amigos de enfrentar meu “problema” em conjunto com ele:

Gente, eu vou melhorar, isso é certo, tenho fé, mas quando eu deveria ter enfrentado eu não enfrentei, agora é tarde, eu saio dessa sozinha, aliás, sozinha com vocês.

 Obrigada pelo apoio, com amor, Marina.

 



Escrito por M.Flower às 18h13
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